O plano de expansão e investimento da Foxconn, de valor bastante polpudo, deve ser diluído no período de quatro a seis anos, segundo informou o presidente da Foxconn, Terry Gou. Ele esteve reunido com a presidente Dilma Roussef e com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante.
Na agenda das negociações entre governo brasileiro e Foxconn estaria também a construção de mais fábricas, voltadas especificamente para a produção de telas sensíveis ao toque, úteis para celulares e tablets, mas que deve acabar chegando a outros objetos em um futuro próximo.
Nesta semana, o governo baixou os impostos sobre os tablets fabricados em solo nacional, o que pode significar uma queda de preços de até 30% no valor dos produtos, já visando as compras de fim de ano, quando os primeiros iPads "made in Brazil" chegarem aos dedos ávidos dos consumidores.
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